Julio Jorge Nogués

Membro da Academia Nacional de Ciências da Argentina

Julio Nogués é formado em Economia pela Universidade Católica Argentina e Doutor em Economia pela Universidade de Minnesota (EUA). Membro da Academia Nacional de Ciências Econômicas da Argentina, foi Representante Econômico e Comercial da Argentina nos Estados Unidos, Diretor Executivo do Banco Mundial, Subsecretário de Política Econômica, Subsecretário de Política Comercial, funcionário do Banco Mundial ligado à Vice-Presidência do Economista-Chefe e Subdiretor do Centro de Estudos Monetários do Banco Central.

Foi consultor de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (inclui suas agências, como CEPAL, FAO e ONUDI), Banco Interamericano de Desenvolvimento e Banco Mundial. Ademais, prestou consultoria para organizações nacionais, como o Consejo Empresario Argentino e o Foro de la Cadena Agroindustrial.

Foi professor da Universidade Católica Argentina, da Universidade do CEMA e da Universidade Di Tella. Autor de mais de 100 artigos e capítulos de livros publicados na Argentina e outros países.

Bridges news

11 Novembro 2018
O que o Brexit reserva para o comércio agroindustrial? Poderá o Mercosul exportar volumes significativamente maiores para o Reino Unido?
15 Junho 2016
Este artigo analisa as barreiras à exportação agrícola na Argentina e discute o impacto de sua eliminação, empreendida no início da gestão de Mauricio Macri. Com isso, o autor busca ilustrar os desafios a serem enfrentados pela nova administração.
10 Julho 2014
Este artigo analisa as principais políticas comerciais adotadas pelos governos Kirchner e sustenta que o protecionismo empreendido pela Argentina, além de ignorar as regras multilaterais de comércio, é um dos principais responsáveis pelo atraso econômico observado no país desde a década de 1940.
10 Março 2014
Neste artigo, os autores argumentam que, para que o Acordo de Facilitação do Comércio assinado em Bali tenha o impacto pretendido, é preciso que suas normas sejam traduzidas em termos operacionais nas instituições nacionais. Nesse sentido, os autores ressaltam que os acordos de livre comércio assinados por PEDs e PMDRs têm auxiliado na construção de tais instituições.