Publicações

20 Setembro 2017

Alavancando o Setor de Serviços para Cadeias de Valor Inclusivas de Países em Desenvolvimento

 

ICTSD – setembro 2017

Apesar das poucas exceções, como logística e finanças, o papel do setor de serviços nas cadeias globais de valor (CGV) é normalmente negligenciado. Ainda assim, serviços contribuem para as CGVs de modo amplo e profundo. Por exemplo, foram os avanços tecnológicos no setor de transportes e comunicação que tornaram possível a externalização da produção das multinacionais. Este artigo analisa como uma maior competitividade no setor de serviços pode trazer oportunidades de desenvolvimento sustentável nas cadeias de valor de países em desenvolvimento. Novas oportunidades podem surgir para o setor privado com a organização dos componentes de serviços das cadeias de valor do modo mais eficaz no sentido econômico e social. Com isso, a capacidade do lado da oferta doméstica pode ser melhorada, fazendo com que os países possam dar passos em direção ao desenvolvimento sustentável. Para acessar o documento completo em inglês, clique aqui.

 

As Atuais Alianças na Legislação de Propriedade Intelectual: a Emergência e o Impacto dos Acordos Megarregionais

 

ICTSD – agosto 2017

Os capítulos desta publicação revisam de maneira sistemática temas de enforcement que ocuparam o centro das atenções dos acordos comerciais após o estabelecimento da Organização Mundial do Comércio (OMC), em 1994. Desde aquele ano, o número de acordos de comércio aumentou consideravelmente. Este volume analisa o passado, o contexto atual e os acordos de comércio negociados recentemente. Considera os impactos e possíveis cenários trazidos à tona pelo impasse atual ao redor desses acordos e, de modo mais geral, as consequências do plurilateralismo e as implicações dessas tendências para o sistema internacional. Para acessar o documento completo em inglês, clique aqui.

 

O Futuro da Indústria

 

IEDI – agosto 2017

A magnitude da crise que a indústria brasileira sofreu entre 2014 e 2016, bem como a fragilidade de sua incipiente recuperação na primeira metade de 2017, cria desafios importantes para que o setor se prepare para as profundas transformações tecnológicas que começam a redefinir o processo de produção industrial no mundo. No âmbito do II Encontro Nacional de Economia Industrial e Inovação (II ENEI), foi realizada, em 2 de agosto de 2017, a mesa “IEDI: O Futuro da Indústria”, cuja discussão é resumida neste documento. Organizado pelo diretor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), David Kupfer, o evento contou com a participação de Luciano Coutinho, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e de Afonso Fleury, da Universidade de São Paulo (USP). Pedro Wongtschowski, presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), coordenou os trabalhos. Para acessar o documento completo em português, clique aqui.

 

Status, Oportunidades e Desafios para o e-Commerce no BRICS

 

ITC – agosto 2017

Este relatório conjunto da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) e o Centro de Comércio Internacional (ITC, sigla em inglês) examina mercados de e-commerce do tipo business-to-clients em cada um dos países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Tal análise é empreendida com atenção à trajetória desses países, bem como ao ecossistema de negócios e aos marcos regulatórios que os caracterizam. O estudo identifica os principais gargalos para que os países do BRICS realizem o seu potencial de e-commerce e oferece recomendações de políticas públicas, tais como a simplificação de procedimentos alfandegários, a adaptação de sistemas de taxação, a melhora de infraestrutura, o fortalecimento do conhecimento e das habilidades dos pequenos negócios, e a melhoria da cooperação tanto dentro do BRICS como internacionalmente. Para acessar o documento completo em inglês, clique aqui.

 

Para Além dos ‘Fintechs’: Uma Análise Pragmática do Potencial Disruptivo no Setor de Serviços Financeiros

 

Fórum Econômico Mundial – agosto 2017

Por muitos anos, o tópico de discussão mais quente dentro do setor de serviços financeiros foi o “fintech”, isto é, o uso de novas tecnologias por empresas do setor financeiro para a prestação de serviços financeiros. Políticos, reguladores e consumidores faziam a mesma pergunta: “Poderão as startups de tecnologia centradas no fintech redefinir a forma pela qual os bancos e as seguradoras operam e ampliar o panorama competitivo da indústria?”. Com base nos resultados do relatório de 2015, intitulado “O Futuro dos Serviços Financeiros”, este documento considera a evolução e o impacto dos fintechs sobre a indústria. Os resultados sugerem que os fintechs mudaram a base de competição no setor de serviços, mas ainda não mudaram o cenário competitivo. Mais precisamente, apresentam um papel crucial na definição do ritmo e direção da inovação dentro do setor, mas tiveram dificuldades para superar as vantagens de escala das instituições financeiras de grande porte. Para acessar o documento completo em inglês, clique aqui.

 

Relatório Estatístico do Comércio Mundial

 

OMC – julho 2017

A publicação da Organização Mundial do Comércio (OMC) confirma que o comércio continuou a apoiar o crescimento econômico e desenvolvimento, ajudando a reduzir a pobreza ao redor do mundo. Nesta edição, a OMC olha para os últimos dez anos, com o objetivo de examinar as principais tendências do comércio e analisar como e por que o comércio global está mudando. O relatório começa com uma análise geral dos desenvolvimentos no âmbito comercial durante os últimos anos e então observa a participação do comércio no produto interno bruto (PIB) mundial em 2016 e começo de 2017. Ainda, o estudo analisa tendências do comércio de bens e serviços e busca padrões globais e regionais de comércio. Por fim, observa a participação dos países em desenvolvimento no comércio mundial. Para acessar o documento completo em inglês, clique aqui.

 

Aprendizado por Decisões e Disputas Comerciais

 

NBER – setembro 2017

Ao longo do período de existência da Organização Mundial do Comércio (OMC), a frequência das disputas e decisões judiciais apresentou uma tendência de queda. Essa tendência é por vezes interpretada como sintoma de um sistema de resolução de disputas em declínio. Neste artigo, os autores propõem uma teoria que pode explicar esses desenvolvimentos como resultado de aprendizagem judicial. De acordo com a teoria, essa tendência é uma boa notícia. Os autores oferecem evidências de que as predições de seu modelo são consistentes com os dados das disputas na OMC e dão um primeiro passo na busca por estimar a força e escopo do aprendizado judicial. Para acessar o documento completo em inglês, clique aqui.

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20 Setembro 2017
Os presidentes dos Estados Unidos e do Brasil, Donald Trump e Michel Temer, encontraram-se em um jantar realizado em 18 de setembro. No curto prazo, o governo brasileiro teve como objetivo tratar de...
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20 Setembro 2017
Por meio de uma análise dos antecedentes das negociações sobre subsídios à pesca, a autora destaca a atuação de um grupo de seis países da América Latina que, com uma ativa participação do Peru, trabalhou em uma proposta com vistas a constituir um ponto de partida para os debates neste segundo semestre sobre a 11ª Conferência Ministerial da OMC.
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